{"id":913,"date":"2021-09-24T14:56:09","date_gmt":"2021-09-24T17:56:09","guid":{"rendered":"https:\/\/diggittus.com\/entrecartas\/?page_id=913"},"modified":"2021-12-06T15:17:47","modified_gmt":"2021-12-06T18:17:47","slug":"oneyda-e-mario","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/diggittus.com\/entrecartas\/index.php\/edicoes\/edicao-2020\/oneyda-e-mario\/","title":{"rendered":"Oneyda e M\u00e1rio"},"content":{"rendered":"\n

Como projeto de extens\u00e3o aprovado pelo CEFET-MG,  um dos pontos motivadores foi o livro \u201cCartas \u2013 M\u00e1rio de Andrade e Oneyda Alvarenga\u201d, cuja autora varginhense torna p\u00fablica sua amizade com o escritor modernista, por meio das cartas.Na d\u00e9cada de 1930, a poetisa varginhense Oneyda Alvarenga conheceu pessoalmente o escritor paulistano M\u00e1rio de Andrade, que foi seu professor e mais tarde viera ser seu amigo. Na \u00e9poca, o mundo estava tomado por conflitos pol\u00edticos, ideol\u00f3gicos, existenciais e no Brasil n\u00e3o era diferente, confrontos, desentendimentos e inconformidades de v\u00e1rias classes inundavam o pa\u00eds. Nascida em Varginha, Oneyda Alvarenga como \u00e9 mais conhecida, foi poetisa, folclorista, ensa\u00edsta, etn\u00f3grafa, musicista e music\u00f3loga. Vinda de fam\u00edlia tradicional e cat\u00f3lica, a mineira pertencia a classe m\u00e9dia urbana. Antes de iniciar sua jornada por S\u00e3o Paulo Oneyda lecionou no Col\u00e9gio dos Santos Anjos, em Varginha,  e em 1931 ela foi para a capital paulistana. Na cidade ela aperfei\u00e7oou seu estudo de piano e em 1934 diplomou-se no instrumento no Conservat\u00f3rio Dram\u00e1tico e Musical de S\u00e3o Paulo, onde foi aluna do poeta e escritor M\u00e1rio de Andrade, que tamb\u00e9m tornou-se seu amigo e correspondente em cartas que nos apresentam um cen\u00e1rio marcante da nossa regi\u00e3o e  temas contempor\u00e2neos a serem refletidos e explorados. Confira um pouco mais sobre Oneyda e M\u00e1rio em nosso material de apoio  e no livro \u201cM\u00e1rio de Andrade e os Mineiros – A carta como exerc\u00edcio cr\u00edtico\u201d da profa. Dra. Maria do Ros\u00e1rio A. Pereira, do CEFET-MG Belo Horizonte. <\/p>\n\n\n\n