{"id":859,"date":"2021-09-21T15:04:43","date_gmt":"2021-09-21T18:04:43","guid":{"rendered":"https:\/\/diggittus.com\/entrecartas\/?page_id=859"},"modified":"2021-09-30T16:54:28","modified_gmt":"2021-09-30T19:54:28","slug":"livros","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/diggittus.com\/entrecartas\/index.php\/voce-sabia\/livros\/","title":{"rendered":"Livros"},"content":{"rendered":"\n

Cartas: M\u00e1rio de Andrade e Oneyda Alvarenga: As cartas de Oneyda Alvarenga endere\u00e7adas ao escritor M\u00e1rio de Andrade s\u00e3o objetos-lembran\u00e7as, objetos-rel\u00edquias, dotados da potencialidade de lembrar a rela\u00e7\u00e3o de educa\u00e7\u00e3o, trabalho e amizade que os uniram. Al\u00e9m disso, essas cartas s\u00e3o documentos liter\u00e1rios marcados por uma escrita de si, no sentido apontado pelo fil\u00f3sofo Michel Foucault, que permitem aos indiv\u00edduos tra\u00e7ar retratos singulares de si mesmo. Neste texto, busco me aproximar dos rascunhos da exist\u00eancia que Oneyda Alvarenga construiu nas redes intersubjetivas da amizade e escrita epistolar com M\u00e1rio de Andrade. Assim, leio suas cartas como documentos que guardam uma literatura de car\u00e1ter aut\u00f3grafo t\u00e3o transgressiva quanto aquela que visa transpor os limites da linguagem, pois, no caso espec\u00edfico da escrita contida nas missivas de Oneyda Alvarenga, tratava-se de ultrapassar os limites de si mesma, de se (re)construir na e pela pr\u00e1tica da escrita cotidiana.<\/p>\n\n\n\n

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ANDRADE, M; ALVARENGA, O. Cartas: M\u00e1rio de Andrade e Oneyda Alvarenga.S\u00e3o Paulo. Duas Cidades. 1983 <\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n


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O e-mail de caminha: Todo mundo sabe que o escriv\u00e3o Pero vaz de Caminha mandou uma carta ao Rei dom Manuel para contar sobre o achamento do Brasil, ali\u00e1s da terra de Vera Cruz. A carta data de 1500, em Porto Seguro. O documento sobreviveu a tempestades e trovoadas, ficou guardado em Portugal durante s\u00e9culos, at\u00e9 que algu\u00e9m o encontrou e publicou. Pois bem, mas e se Caminha tivesse e-mail em 1500? Este livro prop\u00f5e um exercicio divertido de imagina\u00e7\u00e3o e de reflex\u00e3o sobre linguagens e m\u00eddias, transformada nos e-mails e nos tweets de Caminha, a carta ganha outra fei\u00e7\u00e3o e d\u00e1 muito pano pra manga.<\/p>\n\n\n\n

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RIBEIRO, A.E; DRUMMOND,M. O e-mail de Caminha. Brasil. Rhj . 2014. <\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n


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Cartas extraordin\u00e1rias:Do comovente bilhete suicida de Virginia Woolf \u00e0 receita que a rainha Elizabeth II enviou ao presidente americano Eisenhower; do pedido especial que Fidel Castro, aos catorze anos, faz a Franklin D. Roosevelt \u00e0 carta em que Gandhi suplica a Hitler que tenha calma; e da bela carta em que Iggy Pop d\u00e1 conselhos a uma f\u00e3 atormentada ao genial pedido de emprego de Leonardo da Vinci \u2013 \u201cCartas extraordin\u00e1rias\u201d \u00e9 uma celebra\u00e7\u00e3o do poder da correspond\u00eancia escrita, que captura o humor, a seriedade e o brilhantismo que fazem parte da vida de todos n\u00f3s.<\/p>\n\n\n\n

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USHER, Shaun. Cartas Extraordin\u00e1rias. S\u00e3o Paulo. Companhia Das Letras. 2014 <\/figcaption><\/figure><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"

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